sábado, 18 de dezembro de 2010

Manifestação Artística Pacífica

Manifestação Artística Pacífica pelo direito CONSTITUCIONAL de fazer arte nas ruas e de passar o chapéu, porque gorjeta não é comércio, é doação.
Dia 20 às 12h no MASP - Av. Paulista

Não deixe de comparecer. Vamos dizer qual a cidade que queremos para nós.

Artistas e cidadãos!

Como sabem, a prefeitura de São Paulo e a Polícia Militar iniciaram uma
entitulada "Operação Delegada", que visa retirar o comércio ambulante das calçadas da av. Paulista.

A questão é que estão retirando os artistas que pela Paulista atuam, alegando que estes artistas de rua são também comerciantes ilegais.

Esta proibição aos artistas é inconstitucional!!!


*"Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;"*Extraído da Constituição brasileira de 1988.

Chamamos a todos para uma Manifestação Pacífica na av. Paulista no

dia 20 de dezembro, das 12h ás 14h.

Ações

Cortejo saindo do Masp(1), seguindo até a esquina com a rua Augusta(2), atravessando a avenida e voltando pela calçada do Conjunto Nacional(3) até a altura da Gazeta(4), atravessando novamente a avenida e seguindo pela calçada de volta ao Masp(5).
Durante o cortejo, alguns artistas coletarão assinaturas da população em apoio á causa dos artistas na rua e distribuirão panfletos com os dizeres: Eu apoio os artistas na rua!
O cortejo finaliza com a leitura de uma carta manifesto pró artistas na rua.Todo o percurso será feito pelas calçadas sem intervir no fluxo de trânsito local de automóveis.



É fundamental que haja um quórum considerável pra que a manifestação tenha força.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Exposição I Mostra Mangue Cultural‏



Nós da Cia dos Inventivos tivemos a honra de participar desta já importante Mostra Cultural da cidade de São Paulo.

sábado, 11 de dezembro de 2010

2º Encontro dos "Escambos Estéticos"

Concebido e coordenado pela Cia dos Inventivos, esse encontro faz parte do projeto “Viva o povo brasileiro”, realizado através do Programa de Fomento ao Teatro para a cidade de São Paulo e parceria com o Instituto de Artes da UNESP com orientação de pesquisa do Mario Bolognesi, tem como intuito fomentar cada vez mais a prática e a reflexão sobre o Teatro de Rua, modalidade cujas especificidades são bem peculiares e merecem atenção diferenciada da produção teatral habitual, voltada majoritariamente aos espaços fechados.

Com a proposta de promover quatro encontros trimestrais, o primeiro dos escambos aconteceu dia 30 de setembro, e trazia como tema a “Apropriação do Rural no/pelo Urbano”. Para compor a mesa do debate, contamos com Alberto Ikeda, Marianna Monteiro e Ednaldo Freire, e mediação de Alexandre Mate. No dia 09 de dezembro acontecerá o segundo encontro, e o tema abordado será “Bandido é quem anda em bando”. Além do interesse do tema, participam do encontro nomes conhecidos do cenário teatral, como Chico Alambert, Alexandre Mate e Iná Camargo. A mediação será de Edgar Castro.

A ideia de realizar esses encontros surgiu na 4ª. edição da Mostra de Teatro de Rua Lino Rojas, quando a Cia dos Inventivos teve contato com o Movimento Escambo Popular, movimento de irradiação cultural que reúne grupos de teatro de rua, poetas e artistas populares de diversos estados do nordeste, e que dividem suas experiências artísticas, culturais, políticas e comunitárias. Os temas que nortearão os debates do primeiro ano de “Escambos Estéticos” serão acerca da pesquisa sobre a identidade do povo brasileiro, as manifestações populares, o popular e o urbano, as experiências artísticas concretas e o treinamento artístico. Para cada mesa, serão convidados um mediador da UNESP e três debatedores. O evento tem entrada gratuita.

Abaixo, saiba mais sobre alguns dos participantes do Escambos Estéticos - “Bandido é quem anda em bando”.

ALEXANDRE MATE
Alexandre nasceu em São Paulo e realizou seu mestrado em Teatro pelo Departamento de Artes Cênicas da Escola de Comunicação e Arte da Universidade de São Paulo. Atualmente é doutorando em História, USP, sob orientação da Profa. Dra. Maria Aparecida de Aquino. Também é professor de História do Teatro e outras disciplinas, no Instituto de Artes da Universidade Estadual de São Paulo desde 1997. Leciona História do Teatro Brasileiro no Teatro-Escola Célia Helena, desde 1993 e na Escola Livre de Teatro de Santo André, desde 2004.

INA CAMARGO COSTA
Iná possui graduação em Bacharel Filosofia pela Universidade de São Paulo (1979), mestrado em Filosofia pela Universidade de São Paulo (1988) e doutorado em Filosofia pela Universidade de São Paulo (1993). Atualmente é PROFESSOR ASSISTENTE DOUTOR da Universidade de São Paulo. Atuando principalmente nos seguintes temas: teatro épico, dramartugia nacional.

FRANCISCO ALAMBERT
Francisco possui Doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo (1998), Mestrado em História Social pela Universidade de São Paulo (1991) e graduação em História pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1987).

Agradecemos a presença dos Grupos de teatro de rua.

Núcleo Pavanelli - zona norte
Buraco D' Oráculo - zona leste
Trupe Olho da Rua - Santos/SP
Trupe Arruacirco - zona leste
Tia -Canoas/RS

e aos interessados pelo tema presentes.








domingo, 5 de dezembro de 2010

Relato do VIII Encontro da Rede Brasileira de Teatro de Rua

Estivemos reunidos em Campo Grande ,Mato Grosso do Sul ,nos dias 24-28 de novembro. As apresentações e rodas de conversas foram realizadas nas sedes dos grupos locais ,Circo do Mato ,Flor e Espinho e FESMAT(Federação Sulmatogrossense de Teatro),Praça Ari Coelho,Calçadão da Barão de Rio Branco e Arena do Horto Florestal .

O encontro foi harmônico e produtivo onde ocorreu um belo cortejo de abertura, Mostra de Teatro de Rua da Rede Brasileira de Teatro de Rua,roda de conversa e lançamento do livro “Teatro de Rua no Brasil”-(Licko Turle e Jussara Trindade) assim como a participação da atriz e diretora de teatro de rua Teresa Meyer representando o Paraguai e de cinco municípios de Mato grosso do Sul .

Após a apresentação e relatos dos articuladores e suas respectivas localidades,lemos as propostas de pautas que foram colocadas na rede e construímos coletivamente a pauta onde foram discutidos e encaminhados os seguintes temas :

Diferença entre sede pública de um grupo e sede pública na rua,restrição a utilização dos espaços públicos,conhecimento do planos diretor e lei orgânica dos municípios,avaliação do Pro-cultura ,avaliação de governo e suas ações em relação aos combinados,burocracia do SINCOV ,fundo setorial ,o não cumprimento dos editais e prazos por parte da FUNARTE/MINC ,participação dos articuladores da RBTR nos conselhos e colegiados setoriais,autonomia da rede e local do próximo encontro .

Foram produzidas uma carta de repudio ao atraso do MINC, uma carta do encontro e um oficio para o Ministério das Cidades solicitando a requalificação de espaços públicos como equipamentos culturais via PAC, existe também um relatório sobre as discussões diárias . O relato dos encontros esta com o Luciano, a carta e o oficio estão com a Aicha dos Inventivos, além do estabelecimento de gts de trabalho para prepararem algumas metas tiradas para o próximo encontro .

A partir dos exaustivos debates encaminhamos os seguintes GTs e seus respectivos integrantes que terão de construir documentos a serem discutidos na rede virtual e serem apresentados no próximo encontro:


GT-Espaços Públicos

Aisha-Inventivos SP

Rita-Vivarte-AC

Luiz paulo-Rosa dos Ventos-SP

Cleitom-Artimanha-SP

Romualdo-Tropa do Balacobaco-PE

Natália –Parlenda –SP

Fernando-maracangalha-MS


GT -Desburocratização e SINCOV

Luciano –Artimanha-SP

Alexandra-MS

Juliano-Vivarte-AC

Daniela-Vivarte-AC

Guto-RS


GT-Programa Lei de Fomento

Luciano-artimanha-SP

Humberto-Quem tem boca ....-PB

Kuka-Gueto poético-BA

Grasi-Lavrado-RR

Thiago-Pindaíba-MG

Pavanelli-Núcleo Pavanelli-SP

Marcos-Inventivos-SP

Nathalia-Parlendas –SP

Consideramos a realização desse encontro em Campo Grande um marco na história do teatro sulmatogrossense sobretudo para o teatro de rua ,que numa experiência inédita ,um coletivo de cinco grupo vivenciaram ,em processo de construção coletiva do encontro a afirmação da diversidade como possibilidade de resistência e perspectivas futuras .


A presença da RBTR em Campo Grande nos deixa com saudades do futuro .

Viva o Teatro de Rua !Viva a Rede Brasileira de Teatro de Rua!

EvoÉ!

Teatro imaginário Maracangalha

Circo do Mato

Flor e Espinho-Teatro

Teatral Grupo de Risco

Mercado Cênico

Campo Grande 2 de dezembro de 2010.

Carta de Campo Grande/MS

REDE BRASILEIRA DE TEATRO DE RUA

Carta de Campo Grande/MS

28 de Novembro de 2010

A Rede Brasileira de Teatro de Rua - RBTR, criada em março de 2007, em Salvador/Bahia, é um espaço físico e virtual de organização horizontal, sem hierarquia, democrático e inclusivo. Todos os grupos de teatro, artistas-trabalhadores, pesquisadores e pensadores envolvidos com o fazer artístico da rua, pertencentes a RBTR podem e devem ser seus articuladores para, assim, ampliar e capilarizar, cada vez mais reflexões e pensamentos, com encontros, movimentos e ações em suas localidades.

O intercâmbio da Rede Brasileira de Teatro de Rua ocorre de forma presencial e virtual, entretanto toda e qualquer deliberação é feita nos encontros presenciais, sendo que seus articuladores farão, ao menos, dois encontros anuais de forma rotativa de maneira a contemplar todas as regiões brasileiras, valorizando as necessidades mais urgentes dentro do país. Os articuladores de todos os Estados, bem como os coletivos regionais, deverão se organizar para garantir a participação dos encontros, além da continuidade dos trabalhos iniciados nos Grupos de Trabalhos (GT´s) criados no Oito Encontro, a saber: 1) Táticas de utilização dos espaços públicos; 2) Criação da Lei Programa de Fomento ao Teatro de Rua do Brasil; 3) Desburocratização e Prestação de Contas dos editais.

A Rede Brasileira de Teatro de Rua reunida em Campo Grande- MS, de 24 a 28 de novembro de 2010, em seu 8º Encontro reafirma sua missão de:

· Contribuir para o desenvolvimento do fazer teatral de rua no Brasil e na América Latina, possibilitando as trocas de experiências artísticas e políticas entre os articuladores da rede;

· Criar a lei federal que instituirá o Programa de Fomento ao Teatro de Rua do Brasil e lutar por outras políticas públicas culturais com investimento direto do Estado por meio de fundos públicos de cultura, garantindo assim o direito à produção e ao acesso aos bens culturais a todos os cidadãos brasileiros;

· Lutar por uma regulamentação do uso dos espaços públicos abertos, nas esferas municipais, que garanta o livre acesso à prática artística, considerando as especificidades dos diversos segmentos das artes cênicas e respeitando o artigo 5° da constituição brasileira*.

· Reafirmar a necessidade por um mundo socialmente justo e igualitário que respeite as diversidades regionais.

Os articuladores da Rede Brasileira de Teatro de Rua, com o objetivo de construir políticas públicas culturais mais democráticas e inclusivas, defendem:

· Ampliar o recurso do FIC (Fundo de Investimento Cultural do estado do Mato Grosso do Sul), que é o mais baixo do país, para 1,5% garantindo uma porcentagem específica para o teatro de rua.

· A criação da Lei que instituirá o Programa de Fomento ao Teatro de Rua do Brasil que contempla: produção, circulação, formação, trabalho continuado, registro e memória, manutenção, pesquisa, intercâmbio, vivência, mostras e encontros de teatro de rua, levando em consideração as especificidades de cada região (ex: custo amazônico); A verba para o Programa virá por meio do financiamento direto do Estado e recursos do pré-sal, através dos Fundos Setoriais já constituídos, constando como item orçamentário da União;

· Debater e criar junto ao poder público, marcos legais nacionais para plena utilização dos espaços públicos abertos, extinguindo todas e quaisquer cobranças de taxas, bem como a excessiva burocracia para as apresentações de artistas-trabalhadores, grupos de rua e afins, garantindo assim, o direito de ir e vir e a livre expressão artística, em conformidade com o artigo 5º da Constituição Federal Brasileira;

· Quanto aos prédios passíveis de serem considerados de utilidade pública e que não cumprem sua função social, construir, adequar, equipar para atividades teatrais como: espaços para ensaio, atividades formativas, para sedes de grupos que desenvolvam ações continuadas, para apresentações e atividades afins.

· Impedir a comercialização ou uso do espaço público por eventos de grande porte que impeçam a atividade dos outros trabalhadores da rua, visto que a rua é um espaço democrático, livre e de todos os cidadãos. A adequação técnica e arquitetônica destes espaços como equipamentos culturais (sedes públicas), para atividades artísticas, levando em conta as especificidades dos diversos segmentos das artes cênicas.

· Que os editais federais sejam publicados no primeiro trimestre de cada ano com maior aporte de verbas, liberadas sem atrasos, respeitando os prazos estipulados pelo edital e que seja publicada a lista de projetos contemplados e suplentes, e a divulgação de parecer técnico de todos os projetos avaliados pela comissão.

· Que os editais sejam estruturados e divididos, pensando as realidades de cada Estado, como foi realizado até 2007, e que sejam criadas comissões igualmente regionalizadas e indicadas pelos movimentos artísticos organizados de cada região, bem como a criação de mecanismos de acompanhamento e assessoramento dos artistas-trabalhadores e grupos fazedores das artes cênicas da rua;

· A representação do teatro de rua nos colegiados setoriais e conselhos das instâncias Municipal, Estadual e Federal;

· A aprovação e regulamentação imediata da PEC 150/03 (atual PEC 147), que vincula para a cultura, o mínimo de 2% do orçamento da União, 1,5% no orçamento dos estados e Distrito Federal e 1% no orçamento dos municípios;

· Reformulação da lei 8.666/93 das licitações, convênios e contratos, com a criação de um capítulo específico para as atividades artísticas e culturais, que contemple nas alterações, a extinção de todas e quaisquer formas de contrapartida, considerando que o trabalho artístico de rua já cumpre função social.

· A extinção da Lei Rouanet e de quaisquer mecanismos de financiamentos que utilizem a renúncia fiscal, por compreendermos que a utilização da verba pública deve se dar através do financiamento direto do Estado, por meios de programas e editais em formas de prêmios elaborados pelos segmentos organizados da sociedade;

· Exigimos o apoio financeiro contínuo do MINC/Funarte aos Encontros Nacionais e Internacionais de Teatro de Rua, tendo como foco a América Latina, no valor equivalente ao montante que é repassado àqueles realizados pela Associação dos Festivais Internacionais de Artes Cênicas do Brasil e que as estatais contemplem com equidade, em seus editais, o teatro de rua, respeitando o critério de regionalização;

· A imediata contratação de um convênio, com MINC e FUNARTE, para o ano de 2011, para realização do IX e do X Encontro da Rede Brasileira de Teatro de Rua.

· Que seja incluído dentro das Universidades, instituições de ensino e escolas técnicas, matérias referentes ao estudo do Teatro de Rua, da Cultura Popular Brasileira e do teatro da América Latina.

· A valorização e financiamento das publicações e estudos de materiais específicos sobre teatro de rua e manifestações da cultura popular e sua distribuição, respeitando sua forma de saber enquanto registro.

· Que o MINC realize uma reforma na diretoria de Artes Cênicas da FUNARTE, transformando as atuais coordenações em diretorias setoriais de Teatro, Circo e Dança.

· Inclusão dos programas setoriais nos mecanismos do Procultura;

O Teatro de Rua é um símbolo de resistência artística, comunicador e gerador de sentido, além de ser propositor de novas razões no uso dos espaços públicos abertos. Assim, instituímos o dia 27 de março, dia mundial do teatro e dia nacional do circo, como o dia de mobilização nacional por políticas públicas, e conclamamos os artistas- trabalhadores, grupos de rua e afins e a população brasileira a lutarem pelo direito à cultura e à vida.

Reunidos nestes cinco dias, ficou decidida a localidade do próximo encontro, que será sediado na cidade de Arco Verde, no Estado de Pernambuco, na região nordeste, no mês de maio de 2011.

“A poesia não compra sapato, mas como andar sem poesia”

Emmanuel Marinho – poeta sul matogrossense

28 de novembro de 2010

Campo Grande- MS
Rede Brasileira de Teatro de Rua

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Cia do Inventivos participa do VIII Encontro da Rede Brasileira de Teatro de Rua em Campo Grande-MS


Campo Grande sediará de 24 a 28 de novembro o VIII Encontro da Rede Brasileira de teatro de Rua, com discussões, debates, reflexões e espetáculos regionais e nacionais com presença de artistas de todo o país.


A Rede Brasileira de Teatro de Rua é formada por movimentos de teatro de todo Brasil, artistas independentes e militantes da cultura que somam não só na quantidade, mas na qualidade dos debates e propostas que visam o fortalecimento e o crescimento de uma rede horizontal e democrática. É importante destacar o conceito de articulador que vem sendo utilizado pelos participantes da Rede e amplamente debatido nos últimos sete Encontros Nacionais. Todos são articuladores e podem se colocar onde considerem necessário e prudente, de forma ética e responsável, levando sempre em conta as decisões e princípios tirados pelo coletivo. Vários foram os motivos que mobilizaram até se chegar a esse consenso e, um deles, é o de que em um Brasil imenso, com diferentes realidades, em um coletivo formado por tantos pensamentos, nenhum deles deve representar o todo. Cada parte desse todo tem a sua visão, a sua particularidade que está ligada pela idéia central que é o Teatro de Rua. O que a princípio pode sugerir falta de organização e superficialidade é o que confere à Rede princípios de horizontalidade, democracia e respeito às diferenças, onde as decisões tendem a ser consensuais e presenciais, apesar da grande atividade no fórum virtual.


Na retrospectiva dos Encontros temos:
I e II Encontros em Salvador na Bahia, 2007 e 2008. III Encontro em Angra dos Reis, Rio de Janeiro, 2008. IV Encontro em São Paulo, SP, 2008 – Mostra Lino Rojas. V Encontro na Aldeia de Arcozelo, em Paty do Alferes, RJ, 2009. VI Encontro em Rio Branco, no Acre, 2009. E, VII Encontro Nacional no Rio Grande do Sul em 2010.

A cada encontro, mais estados tem participado presencialmente dos encontros e a principal meta do VIII Encontro é trazer articuladores de todos os 27 Estados do País mais o Distrito Federal.

A Rede Brasileira de Teatro de Rua no Mato Grosso do Sul é composta por 05 Grupos, sendo eles; Mercado Cênico, Imaginario Maracangalha, Circo do Mato, Flor e Espinho e Teatral Grupo de Risco, grupos que coletivamente estão realizando este encontro inédito na região Centro-Oeste do Brasil.
A realização do VIII Encontro da RBTR e da Mostra de Teatro de Rua da Rede Brasileira de Teatro de Rua será um marco importante para a cena cultural de Mato Grosso do Sul e da Região Centro-Oeste, reunindo muitos dos mais expressivos artistas e Grupos fazedores de Teatro de Rua do Brasil, contribuindo para a troca de experiências entre estes artistas, para a continuidade de construção do painel das Artes de Rua do País, e contemplando a comunidade que sediará o evento com a qualidade e diversidade de uma mostra gratuita de atividades teatrais aberta ao público.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

"Tambor em cena" por Rômulo Albuquerque integrante da Cia dos Inventivos

Tambor em cena é um laboratório de música e construção de instrumentos musicais, focado nos ritmos e Tambores das manifestações populares do Brasil. A investigação sonora será feita através do aprendizado de ritmos tradicionais, criação de cenas musicais que se utilizem do ritmo aprendido e confecção de instrumentos musicais, feitos com material alternativo, que dialogue com o cenário da cena.Esses objetos serão explorados musicalmente, onde iremos experimentar técnicas de se tocar: com as mãos, baquetas tradicionais, ou baquetas especiais feitas para se tirar o som do objeto. Após esse processo, pesquisaremos objetos que servirão de caixa acústica para fabricarmos alguns tambores, usando técnicas tradicionais de fabricação de instrumentos.