sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Circulação Inventiva em parceria com o Instituto Pombas Urbanas.



Neste final de semana a Cia apresenta os espetáculos de rua "Azar do Valdemar" e "Canteiro" no Bairro Cidade Tiradentes em parceria com o Instituto Pombas Urbanas.

Contamos com presença de todos e todas

Até!

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Os Inventivos começa neste fim de semana circulação Inventiva.


Circulação Inventiva em Santo Amaro e Perus.

Este mês com os parceiros: Capulanas Cia de Arte Negra e Comunidade Cultural Quilombaque.

Esta ação surge do desejo do grupo em circular por espaços onde coletivos artísticos da cidade de São Paulo já atuam, e que tenham vínculos com seu entorno, com sua comunidade. Mais do que apresentar nestes locais, a Cia propõe uma relação de diálogo com estas comunidades, com os parceiros artísticos de cada região, criando assim redes de discussões a partir dos espetáculos que compõem esta trilogia livremente inspirada no romance épico “Viva o Povo Brasileiro” de João Ubaldo Ribeiro.

Esta ação faz parte do Projeto "Viva o Povo Brasileiro! A caminho do fim de uma Trilogia Inventiva" contemplado pelo Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo XXII edição.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Cia dos Inventivos abre mais vagas para Oficina Inventiva.

Bom dia!

Ainda você tem tempo para se inscrever na Oficina Inventiva para o Teatro de Rua. Devido a enorme procura abrimos para mais 5 vagas.

Até o dia 13!




quarta-feira, 30 de julho de 2014

Companhia dos Inventivos abre Oficina Inventiva para o Teatro de Rua.




Formados pela Escola Livre de Teatro de Santo André, o núcleo deste grupo desde sua origem tem como objetivo a partilha das experiências adquiridas nas montagens que compõem o repertório da companhia. Ao longo desses 9 anos de pesquisa voltada para o Teatro de Rua demos início ao estudo e princípios fundamentados nos modos de criação com base no processo colaborativo e no Teatro Épico-narrativo com olhar para suas distintas manifestações no tempo/histórico e no rigor corporal através de treinamentos específicos para as montagens.
Ao fechar este ciclo de apropriação dos temas e treinamentos que circundaram o olhar do grupo nos últimos 6 anos voltados para a obra “Viva o Povo Brasileiro” de João Ubaldo Ribeiro faz-se necessária a partilha. Desejamos com esta oficina ir ao encontro dos interessados no Teatro de Rua e na autonomia do Artista-criador.

A Oficina acontecerá com uma turma de 15 pessoas somente do dia 13/8 ao dia 29/10 sempre as quartas-feiras das 15h às 18h.

Teremos três eixos para este trabalho que terá duração de 3 meses: A Interpretação para a rua com base no Teatro Narrativo, a Preparação do corpo através da Cena Zero (exercício desenvolvido pelo grupo), e o Jogo para manter a atenção do espectador através do estudo do Teatro Popular. Teremos com base para fomentar esta oficina alguns capítulos da obra “Viva o Povo Brasileiro” do João Ubaldo Ribeiro. Esta ação acontecerá gratuitamente no Espaço Inventivo que fica no Centro Cultural Tendal da Lapa aos interessados no Teatro de Rua com idade a partir de 15 anos.

Interessados mandar para o grupo até 10/8 e-mail com o Título “Oficina Inventiva” para contatoinventivos@hotmail.com confirmando interesse pela oficina, os selecionados serão pela ordem de inscrição até o limite de 15 inscritos.

Esta ação faz parte do Projeto “Viva o Povo Brasileiro! A caminho do fim de uma trilogia Inventiva” contemplado pelo Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo XXII edição.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

A Cia dos Inventivos inicia circulação pelo interior de São Paulo.

Olá amigos e amigas!

A partir de Agosto o grupo inicia a circulação do espetáculo de rua "Canteiro" . Este espetáculo é o primeiro de uma trilogia dedicada ao romance "Viva o Povo Brasileiro" de João Ubaldo Ribeiro.


Datas das apresentações:

29/8 - Araraquara
30/8 - São Carlos
31/8 - Ribeirão Preto

26/9 - Bauru
27/9 - Dois Córregos
28/9 Barra Bonita

17/10 - Jacarei
18/10 - Santa Isabel
19/10 - Monteiro Lobato

28/11 - Campinas
29/11 - São José dos Campos.

Faremos 2 apresentações em cada uma dessas cidades.

Esta circulação foi contemplada pelo Programa de Ação Cultural "Artes Cênicas para a Rua 2013".

Em breve local e horários das apresentações.

terça-feira, 20 de maio de 2014


Com poesia Cia. dos Inventivos conta trajetória dos azarados 


                                   | Texto por Rudinei Borges | Foto por Christiane Forcinito |


O azarado não tem outra medicina que não a esperança.
(William Shakespeare)
-
Azar é espécie de má sorte que se põe na sina de alguns homens. Força de origem indecifrável que se move para além das forças do ser humano. Jogo próximo do acaso.  Acontece por acontecer sem que ninguém ao certo tenha poder de interferir. Força estranha e daninha que despedaça os que por ela são preteridos. Talvez seja este o significado da palavra azar no imaginário de boa parte das pessoas, em particular quando associado ao universo supersticioso. Todavia, a composição quase indissolúvel deste imaginário é posta em questão na nova montagem cênica da Cia. dos Inventivos em São Paulo. A peça “Azar do Valdemar”, com direção de Edgar Castro e dramaturgismo de Jé Oliveira, alicerça-se na procura por compreender o que torna desventurada uma população numerosa: os miseráveis, os açoitados na noite escura das ruas e cadeias, os tidos como indigentes, os desaparecidos, as mães desesperadas, os artistas da fome, os pobres, os favelados, os subempregados em fundos de loja, os azarados. Surge como obra atual, pois dialoga de modo profícuo com o Brasil dos linchamentos, dos “marginais” amarrados em postes, da (des)comemoração dos 50 anos do Golpe Militar de 1964, da Copa do mundo, da Comissão da Verdade e de protestos inúmeros. Em um diálogo de feitura poética ardorosa a montagem põe às claras as manipulações várias que tecem o azar dos homens. Neste sentido, a peça mostra que não se tratando de sina o azar é uma arma que fere e mata, mas pode ser vencido quando alguma esperança se instaura no coração das pessoas.
 A procura por fundamentar um discurso de temática social e, por assim dizer, político e humanista edifica uma narrativa de travessias que vai e vem no despedaçar do corpo do herói: Valdemar, espécie de alegoria da gente brasileira. Menos afeito às viagens de Macunaíma, personagem do romance de Mário de Andrade (1893-1945), o herói maltrapilho dos Inventivos em muito é mais parecido com José do poema de Carlos de Drummond de Andrade (1902-1987) e com Carlitos, o vagabundo interpretado por Charles Chaplin (1889-1977).  Aliás, é o próprio Drummond que afirma em seu poema “Canto ao homem do povo – Charles Chaplin” que em tudo a nossa gente se parece com a gente de Carlitos, “vagabundos que o mundo repeliu, mas zombam e vivem/nos filmes, nas ruas tortas com tabuletas: Fábrica, Barbeiro, Polícia,/e vencem a fome, iludem a brutalidade, prolongam o amor/como um segredo dito no ouvido de um homem do povo caído na rua”. Em partes a peça estabelece alguma procura pela personificação de Carlitos nos passos do excelente trabalho do ator Marcos di Ferreira. O caminhar desengonçado, os sapatos que se movem como se quisessem sapatear, o jogo com as escadas e o olhar perdido remetem ao vagabundo do cinema mudo. Numa construção que encontra a ingenuidade e a coragem de nossa gente di Ferreira propõe em cena a desfiguração do falso herói tendo como norte o romance “Viva o povo brasileiro” de João Ubaldo Ribeiro.O resultado é a configuração de um anti-herói que tem nuances do caipira de Mazaropi e da pouca esperteza de Macabéa, personagem de “A hora da estrela”, novela de Clarice Lispector.
Valdemar é deglutido aos poucos por um sistema de barbárie, muito bem apresentado pelo ator Flávio Rodrigues, que leva gente da gente, nas palavras do teólogo Leonardo Boff, ao linchamento da inocente Fabiane Maria de Jesus em Guarujá no litoral paulista. Confundida com uma sequestradora de crianças para efeito de magia, foi literalmente estraçalhada e linchada por uma turba de indignados. Ou ao desaparecimento do ajudante de pedreiro Amarildo Dias de Souza, em 2013, após ter sido detido por policiais militares e conduzido da porta de sua casa em direção a sede da Unidade de Polícia Pacificadora da Favela da Rocinha na cidade do Rio de Janeiro. Este último caso aparece quase como um norte da peça. O corpo de Amarildo, ou Valdemar, é feito em pedaços. O anti-herói ao longo de sua própria via-crúcis perde as mãos, as pernas, o estômago e o coração – perde o sentido amplo e esperançoso de ser.
Resta após o desaparecimento/morte de Valdemar apenas o silêncio sustenido do grito da mulher interpretada de modo primoroso por Aysha Nascimento. O trabalho da atriz é de uma presença-resposta fortemente visceral que a mulher posta em cena parece não caber no corpo de Aysha, interpretação de uma completude e ardor que coaduna com a sua significativa participação em “Movimento nº1 – O silêncio de Depois”, peça corajosa do Coletivo Negro. A mulher interpretada por Aysha contrapõe qualquer cordialidade, personifica a força do protesto, a dor das palavras do povo diante da perda, mas lança anseios de esperança.
É possível notar logo no início da montagem proeminências de denúncias das vozes que incitam a barbárie. Caixas de som espalhadas pelo carro onde a peça é encenada repetem colagens de um misto de frase e música, algo que vem do hip hop. Falas de jornalistas se misturam a falas de políticos, tudo ali no aglomerado poético da chegada da trupe que procura recriar a trajetória de um anti-herói brasileiro. No alto do carro microfones, instrumentos musicais e uma notícia: Valdemar queria ser um cantor popular. Os três atores mais o músico Adilson Fernandes injetam encantaria e alguma graça à peleja a ser narrada. Movem-se para dentro e fora do carro e levam consigo o público. É notória no espetáculo a presença da música cantada e gravada, espécie de liga entre os trajetos da peça. 
Também é notória a criação esmerada do figurino, trabalho de Cleydson Catarina que traz fluidez à encenação e aos personagens, elucida o alento lúdico do espetáculo. Parece-me que Cleydson partiu de referenciais da cultura popular aliando-se a elementos mais urbanos. Alguma luminosidade do tom carnavalesco noturno ganha vida junto aos tecidos de chita ou algodão cru estendidos em varais com desenhos de parte do corpo de Valdemar, aos botões coloridos, ao detalhe das cartolas e rendas, chapéus e perucas que são postos no anti-herói. Tudo isto é tomado de boniteza singular quando somado à iluminação do carro composta por lâmpadas de várias cores e à maquiagem que realça as sobrancelhas, redimensiona os olhos dos artistas e põe no rosto de Valdemar o desenho de dois pequenos corações como se não quisesse deixar o público esquecer que aquele homem, mesmo desvalido, desvela canduras.
Todo o espetáculo é impelido de completude poética e singeleza sagaz que vai do texto à encenação numa confluência arrojada que move para o encantamento. “Azar do Valdemar” é um dos mais proeminentes espetáculos de rua em cartaz atualmente na cidade de São Paulo.
  
Rudinei Borges – Poeta, dramaturgo e ficcionista. Autor dos livros “Chão de terra batida” (poesia), “Dentro é lugar longe” (dramaturgia) e “Teatro no ônibus” (pesquisa). Formou-se em Filosofia. Ator e diretor do Núcleo Macabéa. Editor da Alzira Re(vista). Nasceu em Itaituba, Pará.

Link da página Revista Alzira com a matéria : http://alzirarevista.wordpress.com/2014/05/20/com-poesia-a-cia-os-inventivos-conta-a-trajetoria-dos-azarados/

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Fernando Alabê sobre as estréias dos espetáculos {Entre} e Azar do Valdemar.

É POUCO PRA NÓS!!!

Estamos vivos COMEMOREMOS!!!! VIVOS,CRIATIVOS E PRODUTIVOS!!!!
Só o fato de estarmos lendo isso já nos faz crer na afirmação porém sendo tanto eu, quem vos escreve e anuncia, quanto a maioria deste país, negros é sempre uma vitória anunciar tal condição, pois ser negro no Brasil é muito perigoso ouvi isso estes dias e concordei com a frase.
Alvo de bananas, balas, e sumiços oficiosos por braços oficiais e da ignorância, haja visto Amarildos, Cláudias e Flávios Santana, escapar das estatísticas e mais ainda promover novas estatísticas ora positivas é um soldo que supera o quinhão relegado à nossa maioria.
Diante do que vi este mês dentro de meu circulo familiar e de amigos, onde atores estréiam três espetáculos no mesmo mês, caso Flávio Rodrigues, dramaturgo estréia dois potentes e sensíveis textos às nossas questões para além da cor, mas de olhos na história, legado e buscas, caso Jé Oliveira, surge uma nova, sensível e potente e conciliadora direção, casos Raphael Garcia e Aysha Nascimento, que toma forma pelos gestos e falas de mais dois corpos pulsantes e criativos negros, casos Thais Dias e Jefferson Matias, caso Viviane, prima minha que ocupa cargo em multinacional e que está de férias na Suiça, caso Linda Marx, amiga advogada, mestre em lingüística pela Sourbone, meu caso também assinando a terceira direção musical, com o agravante de ser percussionista e educador, minha esposa Luciana Lima, gestora de RH e professora universitária, caso Mara, minha prima, mãe de quatro filhas se formando em Direito, caso Paula Sidéria, minha tia advogada de carteirinha da OAB.
Casos em andamento e voamento, pois podemos sim voar quando criamos e amamos o que fazemos e mais ainda quando o que fazemos questiona o que somos e como estamos e questiona e aponta e busca mudar onde estamos pelo que realmente somos, Coletivo Negro, negro para muito além do fenótipo, para o futuro, tendo o passado como alcerce e este fazer como rumo, por isso por favor {ENTRE}, nossos caso não estão encerrados e há muita história pra contar.
Histórias nossas de superação sem pieguice, mas de um jeito de café na cozinha da avó.
Falando em avós, devo muito aos meus, Antônio Camilo, Teresa Cesarina Camilo, Nair Brás Olimpio David e Waldemar David, dois se foram pelo tempo, os paternos, Nair e Waldemar, dois aqui estão nos servindo de exemplo de trabalho, abnegação, luta e amor. Minha avó paterna, tive contato apenas até um ano de idade, mas sua lembrança é de bondade e tudo o que uma avó representa. Já meu avô Waldemar David, representa na minha memória o homem duro, rude, pela vida, saiu de casa aos dez anos de idade e quando jovem foi pra guerra, pracinha na Segunda Guerra mundial, voltou e se fez, até por isso estou aqui.
Daí, falando em Waldemar, ontem assisti o espetáculo da Cia dos Inventivos Azar do Valdemar, onde o Marcos Di Ferreira, amigo nosso, é ator, a Aysha Nascimento é atriz, estreando dois espetáculos no mesmo mês e o Flávio Rodrigues é ator também, este voraz, estreando TRÊS espetáculos no mesmo mês e o Jé Oliveira, neste projeto é o dramaturgo também, dois textos no mesmo mês, todos pretos, tratando do sumiço de quem é pobre e sonha, de quem é preto ou não e quer viver de seu sonho feito de tijolos, pão e alegrias, de música, de cores, em fim, o Valdemar sumiu, voltando aos pedaços pela mídia, pelo estado, pelos processos pelos casos encerrados, arquivados, só por que queria viver, foi cedo. Cedo demais como quem vai pra guerra, mas nós assim como Amarildo, Flávio Ferreira Santana, Cláudia, não saímos pra guerra como meu avo Waldemar, com dáblio, foi e voltou, ao contrario destes TRÊS e outros tantos a cada dia, estamos indo trabalhar, estudar, no mercado, em fim, estamos e queremos continuar vivos e em paz com os livros, com o estômago, com os sonhos assim como qualquer outro nos Jardins, Copacabana, Heliópolis, Maré, Mauá, vila Prudente, São Judas, Bela Vista, Butantã, Santa Cecília, Tremembé, estamos vivos e em curso sem permissão de pouso nem decolagem, pois o comando é nosso, como tem que ser e cá estamos como anunciado lá no início, ViVOS, CRIATIVOS E PRODUTIVOS, pelo o que agradeço a meus Orisás e Ancestrais e REAFIRMO, É POUCO PRA NÓS!!!!!


Fernando Alabê 

domingo, 4 de maio de 2014

Estréia do novo espetáculo de rua 'Azar do Valdemar"


Cia dos Inventivos e Programa Municipal de Fomento ao Teatro para Cidade de São Paulo apresentam

AZAR DO VALDEMAR

Espetáculo de rua livremente inspirado no romance “Viva o povo Brasileiro” de João Ubaldo Ribeiro

Sinopse

Uma trupe de artistas mambembes conta a história do desaparecimento de Valdemar e com o público tenta recriar a sua trajetória. Azar do Valdemar fecha a trilogia dOs Inventivos livremente inspirada no romance épico "Viva o Povo Brasileiro" de João Ubaldo Ribeiro.

Atores-criadores: Aysha Nascimento, Flávio Rodrigues e Marcos di Ferreira
Músico-criador: Adilson Fernandes
Concepção: Cia dos Inventivos
Direção: Edgar Castro
Assistente de direção: Daniela Rosa
Dramaturgista: Jé Oliveira
Orientação da pesquisa: Alexandre Mate
Direção Musical e Música Original: Rodrigo Mercadante
Preparação Corporal e Direção de Movimento: Verônica Santos
Preparação vocal: Raniere Guerra
Preparação dos atores: Antônio Salvador
Treinamento Palhaço: Esio Magalhães
Cenário e Luz: Wagner Antônio
Assistente de Cenário e Luz; Van Caires
Brincante Figurinista e Aderecista: Cleydson Catarina
Assistente de Figurinos e Adereços: Marcos Emanoel
Maquiagem: Guto Togniazzolo
Desenho de som: Miguel Caldas
Costureira: Euda Alves de Araújo
Artista gráfico: Murilo Thaveira
Produção: Ana Flávia Rodrigues
Realização: Cia dos Inventivos  e  Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo – XXII edição.

Os versos citados na cena Ilusionista pertencem à música “Dodói”, de Itamar Assumpção.
O texto em off é trecho de uma entrevista do escritor Juan Gelman, na voz de Edgar Castro
O poema “Se eu morresse amanhã”, presente na cena Crooner, é de Álvares de Azevedo.

Temporadas de Maio e Junho/2014

De 5 à 26 de Maio - Segundas-feiras - 19h - Largo de São Bento - Metrô São Bento.
De 2 à 5 de Junho - 19h - Praça do Patriarca

Gratuito
Duração 70 minutos.

Em caso de chuva não haverá o espetáculo.